sexta-feira, 26 de abril de 2013

Agora você consegue!!!


Você que, como nós, sempre sonhou dominar os palcos e destruir milhões de ouvidos mundo afora: eis o primeiro passo para a realização do seu sonho encantado...
Na era da internet, como não encontrar um manual para qualquer situação?? No caso, o "Guia completo para mandar bem pra caralho no ROCK " (ou como queira traduzir...)
Siga os passos, pratique muito e, sempre que desanimar, lembre-se: se tranqueiras como pitty, restart, e outras tralhas chegaram lá, você vai ter que ser muito, mas muito ruim pra não conseguir!!!

Get it Fucking Done!!






música para reflexão: "It's a Long Way to the Top (If you wanna Rock'n'Roll), do AC/DC

terça-feira, 23 de abril de 2013

A vida fica menos sofrida com...




um belo carro...
uma boa moto...
birita de qualidade...
quadrinhos...
games...
tattoos...
E, principalmente, Rock...
muito Rock...
muito... muito ROCK!!! 




música para reflexão: "Meaning of Life" do Disturbed

domingo, 21 de abril de 2013

Tudo o que você já deveria ter perguntado...

Não foi fácil ser convencido a escrever sobre esse tipo de coisa aqui. Minha contribuição neste espaço sempre foi mais sobre Heavy Metal, mulheres maravilhosas e palhaçadas em geral.
Mas não é de hoje que a gente discute o fato de que - com o passar do tempo, a chegada dos fios brancos, a entrada nos fatídicos "enta" dos 40... vem também uma dose de experiência fantástica - porque é empírica, pragmática. Entre uma fermentada e um destilado, volta e meia alguém diz: "se eu soubesse o que sei hoje 20 anos atrás..." ou então "se uma menina soubesse o que a gente sabe, a gente estaria f...". Isso porque, desde que o mundo é mundo, passamos a parte mais interessante da vida "correndo atrás" de alguém, ou alguéns...
Por que erramos tanto? O que a idade e a vivência podem ajudar? E repare que eu disse AJUDAR, e não ENSINAR! Ninguém vem com bula, e cada indivíduo é mais - ou menos - diferente de outro. Não há regra para acertar sempre - mais provável uma regra para errar sempre, isso sim.
Então ficou assim. Anos de "mercado" colocados na mesa: paqueras, ficadas, namoros, transas, casamentos, e muitas, muitas decepções... podem servir de "orientação" para, pelo menos, que o leitor atento não repita uma besteira que alguém já fez antes dele.
Meio como... "esses fios desencapados são perigosos. Se você tocá-los, com certeza vai se foder!" Não é melhor ler e NÃO fazer do que aprender na marra?
Além disso, se acabei topando pagar esse mico, tem uma razão pessoal muito forte: eu fico triste e puto quando vejo mulheres maravilhosas que não conseguem o "alguém" que desejam - e às vezes por bobagens que uma dica de um amigo resolveria.
Não vai ser sempre, mas estaremos aqui. Você - fedelho que ainda está cambaleando na seara iluminada do relacionamento sexual, ou menina que ainda não sabe direito como lidar com essa aberração chamada "homem", com certeza vai ler coisas bem mais úteis do que essas porcarias tipo "Nova" e "Marie Claire" tentam lhe ensinar usando nomes de psicólogos, sexólogos, e outros ólogos para emprestar credibilidade a cretinices pseudo-científicas. 

Então vamos logo para a primeira grande mentira que nos empurram:

OS OPOSTOS SE ATRAEM..?
Ah é?
Eu diria que, mesmo que se atraiam no começo, vão enlouquecer um ao outro depois.
Existem pessoas que realmente conseguem conviver bem com alguém que não tem nada em comum consigo. Aliás, quantos de nós não são forçados a fazer isso no trampo, na vida, até dentro da família?
Mas é um absurdo supor que pessoas sem gostos em comum vão conseguir manter um relacionamento estável, saudável e - principalmente - igualitário. Um sempre vai estar cedendo - nas pequenas e nas grandes coisas. Até o dia em que o fio estica e arrebenta.
Ele gosta de SLAYER. Coloca o som alto, pega uma de suas guitarras imaginárias, e berra junto enquanto balança o cabeção. Ela não consegue ouvir uma única nota saída da guitarra fantástica de Kerry King - mas se amarra no funk do "M.C. não-sei-quezinho". Coloca o shortinho defunto (enterrado) e faz sua dança do acasalamento grupal enquanto ouve aquela maldita batida repetida à exaustão, acompanhada pela voz de vendedor de pamonha depois de uma faringite. 
Pergunta: quem vai ceder e ir ao show que o outro gosta? O cabeludo no morro curtindo funk, ou a popozuda no mosh pit chacoalhando os apliques? Pensa aí...
Bom - se o assunto é cama (trepar, transar, foder... sexo!), há negociação. Essa dança dá pros dois fazerem sem errar no ritmo (com o som desligado, de preferência...). Afinal, por sexo, o roqueiro vai em baile de carnaval, o sertanejo vai em show de metal nórdico
Mas - dá pra pensar em algo mais definitivo? 
Ele quer assistir futebol, ela quer ver novela. Um cede. Ele quer ir pro boteco beber cerveja, ela quer ir a uma vernissage. O outro cede. Ele não acha a menor graça em mulheres "produzidas". Ela pinta o cabelo de roxo e se veste como drag queen... 
Got the picture?
Evidentemente ninguém é 100% igual a ninguém. isso é ótimo, enriquece a relação, apimenta o relacionamento, e, principalmente, ENSINA.
Só que há coisas irreconciliáveis. Se eu tenho erisipela só de ouvir uma batida de axé, como vou conviver com uma mulher que chora de emoção quando o trio elétrico passa? 
OK, a gente tenta e fica juntos. Pode até fazer um acordo: ela ouve essa imundice no fone de ouvido, ou trancada no quarto revestido de caixas de ovos. Mas a coitada vai passar o resto da vida sem seu precioso carnaval na Bahia, sem ir ao show do "gerimum com caqui" (ou outro nome dessas bandas, que eu nunca sei...), sem nem poder usar um abadá? Pra quê? Pra um dia, numa das milhares de briguinhas que todo casal tem e terá, um jogar isso na cara do outro?
É claro que vocês perceberam que eu usei "música" como exemplo - mas e se for algo mais fundamental... diferenças no caráter, no juízo de valores, no próprio modo de encarar a vida. Um casal onde um gasta tudo que ganha e outro poupa tudo que sobra... vai parar aonde? "Querida, estourei o cartão!" - "Tudo bem, amor, o importante é que eu te amo..."
Sério? Tá...

Então faça esse exercício: quando alguém lhe chamar a atenção (de um modo, digamos, "acasalatório"), analise a criatura e pense: item 1: quero só transar (ótimo, pule para o item 3); item 2: parece legal, dá pra pensar em namorar - epa, abra bem os olhos e analise o que pode vir junto com o pacote. Se for só o item 1, passe para o item 3. Se não, pense em vocês dois passeando no shopping de mãos dadas, você apresentando para os seus parentes e amigos. O cabelo roxo vai incomodar? As tattoos espalhadas pelo corpo? O alargador nas orelhas? O cabelo com quilos de gel e a camisa social fechada até o colarinho? O papo que gira entre novela e revista de menina? A camiseta do time de futebol? Vai pensando, vai liberando a imaginação... 
Se nada disso mudar sua ideia, se ainda assim você está na pilha de partir pra cima, é hora do item 3.
Item 3: mande ver! Aproveite... e Carpe Diem!

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Sobre duas rodas...

Algumas décadas atrás, surgiram os "bikers" - verdadeiros motociclistas badass. Sujeitos mal encarados, marginalizados, sobre motocicletas potentes e barulhentas - não só como meio de transporte, mas como afirmação social. Era um grupo, uma irmandade, um culto.
Mas... neste mundo "fashion" (palavra detestável...), NADA escapa à globalização, popularização - "internetização". Trapos punk viram "alta costura"; tatuagens, piercings e cabelos coloridos viram "tendência", e... com as motos e seus donos, não seria diferente.
Ainda resistimos sendo "o cara da esquerda". Mas eu sei que você vê muito mais por aí esse tipinho ridículo (da direita) que ganha a moto do pai, e faz de tudo pra combinar a cor do tanque com a camisa polo por baixo da jaqueta.
Longa vida aos BIKERS! Eles estarão sobre suas Harleys muito tempo depois de os boyzinhos acharem outro brinquedinho mais divertido para mostrar para as piriguetes... RIDE HARD!




música para reflexão: "Sobre duas Rodas", do Centurias.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

A fé, a guerra ...

...porque "deus" sempre estará do lado... dos vencedores!!! 
E - não - os vencedores não são os que acham estúpido usar sua fé como pretexto para matar e morrer...

"Deus, dai-me forças para trucidar seus inimigos, suas famílias e crianças. Amém."




música para reflexão: "Faith divides us, Death unites us", do PARADISE LOST


quinta-feira, 11 de abril de 2013

A grande lição de Infeliciano.

porque cabelo ruim é coisa de povo amaldiçoado...

Os recentes acontecimentos envolvendo o pseudo-representante-de-deus cujo nome não tenho a menor vontade de invocar me fizeram concluir que, em pelo menos uma coisa, estou certo: a humanidade, como um todo, está condenada.
Isso. Condenada, como em “doomed”, acabada, destruída, estraçalhada. Toda a ideia de sociedade, convívio social, essa utópica balela idealizada ainda nos tempos das cavernas, hoje se sustenta sobre aparências e mentiras.
E já vou direto ao ponto: essa anedota de ser humano travestida de representante de deus não seria tão grande ameaça – se não houvesse a figura principal: o idiota que o elegeu para nos representar. E não adianta dizer que ele não te representa, porque SIM, ele representa. E você paga desde os lacaios que o servem até a chapinha que ele diligentemente refaz a cada semana.
Não quero entrar no mérito do que você crê (ou deixa de crer). A religião, por si só, serve mais para desunir e incitar a belicosidade do que para unir. Seja ela qual for. O simples fato de existir uma “vertente”, uma “denominação” já estraga o plano todo do “religare”, a reconexão com o que se supõe ser sagrado (a ideia primeva das religiões). Se todos nós nascemos no mesmo planeta e pelas mesmas vias (direta ou indiretamente), e se por acaso estivermos sob os auspícios de algum poder superior, este será soberano e – em última análise – imparcial. Se você reza, ora, conjura, decreta, ritualiza... para este deus, aquele, aquela entidade, aquele poder... pouco interessa.
Quando um avião cai, não sobrevivem apenas os que seguem ao “deus certo”.  Todos sofremos, todos padecemos, todos morremos. E o que acontece depois está restrito ao ramo da suposição, do palpite – não interessa como você chame.
O que vale mesmo é o AGORA! E neste vago momento que chamamos de presente, temos um mentecapto que foi alçado ao poder por mentes tacanhas e estúpidas. Seres que passam a vida pensando que podem fazer de tudo porque sua “oração” vai protegê-los dos males, do demônio. Aos gritos, em lágrimas, enchem seus corações e esvaziam suas carteiras atrás de "salvação".
Mas o único demônio que existe está dentro de cada um de nós. O “pastor” em si não é mais do que um grão de excremento. O que ele representa, sim, é aterrorizante. Ele foi construído por uma ideia, uma crença, uma “causa”, se preferirem. Como se uma pessoa com orientação sexual diversa da sua representasse um poder maligno. Como se uma pessoa com a cor diferente da sua fosse um passo atrás da evolução humana...
O que me aterroriza é pensar que até mesmo o próprio Hitler tinha um propósito "explicável" (dentro de sua insanidade) quando determinou a extinção dos homossexuais: eles não procriariam, consequentemente não iriam contribuir para o aumento do seu séquito nefasto de seguidores. O mesmo com pessoas de raças que aquele animal considerava “inferiores”: elas poderiam estragar a cor homogênea de seus bonequinhos e bonequinhas arianos...
Mas com o “pastor”, o ódio e a discriminação surgem apenas de palavras escritas por homens quase pré-históricos em uma linguagem tantas vezes alterada por tradutores incompetentes ou tendenciosos. E ali, tecendo essas palavras para fazer uma tapeçaria que lhe sirva, o energúmeno se acha no direito de dizer que o “todo-poderoso” não quer gays ou negros na terra. Que são amaldiçoados. Que deveriam ser extintos. Porque ele diz. E pronto.
Enquanto um lacaio alisa seus cabelos horrendos, e outro cuidadosamente lhe arranca as sobrancelhas desgrenhadas, ele escreve discursos que irá ler para seu cortejo de acéfalos, aos gritos, emocionado. E – pior – eles entenderão como se uma força superior estivesse dizendo esse amontoado de asneiras pela boca cheia de postiços de alguém “enviado por deus”. Basta seguir suas palavras, e eles serão salvos da pobreza, da doença, de tudo que o mundo pode trazer de ruim. Mesmo as desgraças causadas por eles próprios e seus filhos, eles mesmos possíveis assassinos, ladrões, estupradores, ou simplesmente pessoas de bem, honestas e íntegras, que, por serem homossexuais, são jogadas na vala comum da maldade pelos ditames do “pastor” que detém a verdade.
Este é o mundo em que vivemos. Você e eu somos parte disso.
Como se a minha segurança física, minha paz de espírito ou minha própria vida fossem de algum modo ameaçadas por seres humanos com uma orientação sexual diferente da minha. Ou a cor da pele... ou a própria opção religiosa. Não interessa no que você acredita, para quem reze, peça ou conjure. Desde que você seja um cidadão de bem, um ser que pensa em sociedade, que não fere e não deseja ser ferido, que mal pode me fazer? Se esses seguidores do arauto do mal estiverem se afogando, será que iriam recusar uma mão salvadora – se fosse a mão de um gay ?
Mas a culpa não é do “pastor”. É de quem o colocou lá. De um coletivo acéfalo.
Hitler, Mussolini, Stalin, todos foram legitimados pelo poder desse coletivo. Se ele agora está lá, no meio dos seus pares, foi porque o “povo” o colocou lá, à direita e à esquerda de todo o mal. Com exíguas exceções, todos eles estão lá para cuidar dos próprios interesses, e jamais irão se voltar contra um dos seus – pois não desejam o mesmo para eles próprios, certo?
Toda manifestação contrária é legítima, necessária e bem vinda. Mas nada vai apagar o fato de que existe uma massa, um coletivo, um grupo – seja ele qual for – com poder suficiente para colocar no poder qualquer facínora que, por acaso, caia em suas graças.
Isso me faz ter certeza de que a humanidade chegou a um ponto crucial. Fossem verdadeiras as palavras daquele livro que consideram sagrado, já teríamos virado cinzas fumegantes. Afinal, por muito, muito, muito menos, o "poder supremo" fez chover fogo em duas cidadezinhas sacanas lá no meio do deserto, Sodoma e Gomorra. Que, perto do que assistimos nos noticiários de hoje, seriam paraísos da paz, resorts da tranquilidade e da boa vida.
Essa é a grande lição de Infeliciano.
Aliás, ele não tem condições de ensinar nada a ninguém. Apenas nos serve de espelho para que possamos ver o mal que está dentro de nós mesmos.





música para reflexão: "God hates us all", do SLAYER.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Porque a luz dura pouco...

banda: SENTENCED
música: "BRIEF IS THE LIGHT"

The bells again... someone has died 
The bells of the end toll to remind 
that life's but a race against time 

At your back you'll always hear 
the Chariot of Time hurrying near. 
The faster you run the closer it comes. 
A pursuer you can not outrun 

Hear these words I say: 
- Make the most out of your day 
for brief is the light on our way 
on this momentary trail. 

Hear these words, awake: 
- Make the most out of your day 
for brief is the time, so brief is the time 
that we're allowed to stay. 

The bells again.. whose turn this time? 
To reach the end, yours or mine? 
Each funeral just makes us realize 
that life's but a series of goodbyes. 

Hear these words I say: 
- Make the most out of your day 
for brief is the light on our way 
on this momentary trail. 

Hear these words I say: 
- Make the most out of your day 
for brief is the light on our way 
on this momentary trail. 

Hear these words, awake: 
- Make the most out of your day 
for brief is the time, so brief is the time 
that we're allowed to stay. 

Life passes by, melts away like snow in the spring. 
We all are blind to the running of time...