Se você possui mais sabedoria que esse feioso acima, discorde... (e concorra ao Nobel!)
E que venha o "ano novo"... (embora você saiba que rigorosamente NADA mude só porque você trocou de calendário, pulou ondinha, usou cuequinha branca ou outras sandices mais, né?)
Pare com a babaquice de querer mudar o mundo. Mude a si próprio. Já está de bom tamanho... Tente gastar mais seu tempo com o mundo real do que com a gratificação instantânea das "curtidas" de amigos irreais.
Continue errando. Erre bastante, aliás! Mas saiba o motivo do erro. Todos os problemas que você acha que o mundo e as pessoas possuem, na verdade estão dentro de você. E fingir-se de cego não vai mudar isso...
Tudo que lhe acontecer será resultado direto das suas atitudes, não de outros. Para o bem e para o mal...
Então, que pelo menos o ROCK prevaleça. Sempre!
música para reflexão: "Bad Year", do Christian Death.
Mas duas coisas são inegáveis... canta muito, e compõe decentemente. Ah, aliás três: tem o toque de Midas.
Elevou o SLIPKNOT à qualidade de ícone. Não contente, coloca seu outro lado pra fora no STONE SOUR. Entre outras (muitas) atividades...
Falaremos mais em breve. Por enquanto, dê uma checada nesse vídeo. Quem só conhece Corey como "number eight", jamais vai reconhecer o cara nos vocais... Mas - sim - é o animal à frente do Slipknot quem comanda essa canção "mela-cueca" bem bonitinha. O toque de Taylor na letra bem feita e no vídeo que, como sempre, desmonta o mundo em que ele próprio vive. Ele nunca deixa de mencionar o quanto as pessoas são fake (aos berros ou suavemente...)
E vem daí o grande mérito do menino - autenticidade.
Excentricidade e complexidade são palavras que combinam com esta família de cervejas e, portanto, irão nortear boa parte do nosso post de hoje. Após falarmos sobreLagerseAles, finalmente chegamos às bebidas de Fermentação Espontânea, também conhecidas por LAMBICS, que frequentemente são confundidas com vinhos.
As cervejas desta família, distintas por natureza, são originárias da região do Vale do Sena, próxima à Bruxelas, na Bélgica. Na verdade, elas estão restritas a cerca de dez cervejarias das redondezas – portanto, beber um líquido deste gênero significa consumir exclusividade.
Ainda sobre isso, é bacana saber que a etimologia da palavra pode ser uma corruptela de Lembeek (flamengo) ou Lembecq (francês), nomes designados à cidade que abriga a tradicional cervejaria Boon – pertencente a esta dezena de estabelecimentos específicos.
O surgimento da terminologia “Lambic“, no entanto, ainda dá pano para muita manga. Dizem também que o nome pode ter derivação direta de “alambique”, antigo aparelho de destilação, ou, ainda, de “lambere”, palavra latina que significa “para beber”. Quem vai saber, não é mesmo?
Tradicionalismo
Apesar das constantes revoluções e inovações na indústria das bebidas fermentadas, estas cervejas conseguiram preservar suas características praticamente inalteradas nos últimos 500 anos. É por isto que esta família ainda hoje tem suas representantes fabricadas com um terço de trigo (não maltado) e dois terços de cevada maltada, sendo estes acrescidos de lúpulo envelhecido (de um a três anos) para minimizar o amargor e os aromas.
Após ser preparada nestas especificações, as Lambics são transferidas para tanques abertos, conhecidos por “barcos de resfriamento”, onde são resfriadas através da exposição ao ar. É aí que acontece a inoculação natural e espontânea dos microorganismos, processo sem a adição direta de leveduras. Isso porque na Bélgica, região onde elas são produzidas, as características atmosféricas garantem a presença de mais de 200 leveduras e bactérias que já se responsabilizam pelo procedimento.
Feito isso, o mosto é transferido para barris de madeira – preferencialmente de carvalho – que acomodarão o líquido por até três anos, tempo necessário para a fermentação completa e maturação da bebida.
Outra peculiaridade importante das Lambics é que elas eram, e ainda são, produzidas somente entre Outubro e Maio (inverno) em função das condições necessárias para a sua fabricação. É esta sazonalidade que garante que a inoculação natural aconteça com os microorganismos ideais para a fermentação.
Estilos
Dois são os estilos desta família que ganharam notoriedade ao longo dos anos. O primeiro deles caracteriza-se pelas cervejas Fruit Lambics, que contam com a adição de frutas durante o processo de fermentação. Kriek (cereja) e Framboise (framboesa) são as variações mais comuns. Estas bebidas são normalmente mais adocicadas do que as originais e, por isso, costumam ser mais aceitas pelos consumidores.
Já as Gueuzes são o resultado da mistura de Lambics de diferentes safras, o que acaba por gerar uma fermentação secundária na garrafa. Estas cervejas são bem mais carbonatadas do que os exemplares tradicionais da bebida, que são vendidos quase que exclusivamente em barris.
Assim sendo, mais uma vez tentamos cumprir nosso papel na importantíssima missão de levar a cultura cervejeira às massas. Nunca se esqueça: BEBA MENOS, MAS BEBA BEM! Em vez de encher o rabo de cerveja vagabunda, barata e congelada - experimente, ou pelo menos tente - as boas cervejas do mundo. Mais vale uma belga bem degustada do que um bando de nacionais sem gosto.
música para reflexão: DESTA VEZ, vamos até encaixar aqui a letra de uma música da tradição Celta moderna. "Beer Beer Beer" é um verdadeiro hino. Mas tem tudo a ver com esta série de posts fermentados. Ela é mais ou menos assim:
A long time ago, way back in history, when all there was to drink was nothin but cups of tea. Along came a man by the name of Charlie Mops, and he invented a wonderful drink and he made it out of hops.
He must have been an admiral a sultan or a king, and to his praises we shall always sing. Look what he has done for us he's filled us up with cheer! Lord bless Charlie Mops, the man who invented beer beer beer tiddly beer beer beer.
The Curtis bar, the James' Pub, the Hole in the Wall as well one thing you can be sure of, its Charlie's beer they sell so all ye lads a lasses at eleven O'clock ye stop for five short seconds, remember Charlie Mops 1 2 3 4 5
He must have been an admiral a sultan or a king, and to his praises we shall always sing. Look what he has done for us he's filled us up with cheer! Lord bless Charlie Mops, the man who invented beer beer beer tiddly beer beer beer.
A barrel of malt, a bushel of hops, you stir it around with a stick, the kind of lubrication to make your engine tick. 40 pints of wallop a day will keep away the quacks. Its only eight pence hapenny and one and six in tax, 1 2 3 4 5
He must have been an admiral a sultan or a king, and to his praises we shall always sing. Look what he has done for us he's filled us up with cheer! Lord bless Charlie Mops, the man who invented beer beer beer tiddly beer beer beer.
Ale: A família de cervejas que acompanha a civilização desde a Idade Média
Dissemos anteriormente que as cervejas podem ser divididas em três famílias. Falamos sobre as Lagers, que são de baixa fermentação. Desta vez, o papo é sobre a família Ale, do grupo de cervejas de alta fermentação.
Derivada do nórdico antigo (dialetos da Idade Medieval da região norte-européia), a palavra “ale” significa cerveja. Sua tradução de Inglês para Português mantém o mesmo significado. Na história da mitologia nórdica há referências sobre leveduras de alta fermentação: Aegir (deus dos mares e oceanos) e sua esposa Ran conceberam nove filhas, e se reuniam para fermentar cerveja ou hidromel em um caldeirão. Além do fator mitológico, cervejas da família Ale eram bastantes consumidas pelos Vikings, exploradores que invadiram e colonizaram áreas da Europa e das ilhas do Atlântico Norte. Ao analisar a sequência de ações que se desenrolam na linha do tempo, fica evidente a importância da bebida naquela civilização e no mundo milenar, quando o líquido também era consumido como alimento e/ou acompanhamento de refeições – juntamente com o pão.
A principal diferenciação das cervejas da família Ale quando comparadas às Lagers, é justamente o fato de serem fermentadas a partir de temperaturas mais elevadas, que geralmente variam entre 15°C e 25°C. Enquanto as Lagers possuem baixa fermentação, as Ales são produzidas com leveduras que sobem à superfície durante o processo, sendo por isso chamada de “cervejas de alta fermentação”.
É este processo que faz com que as ales sejam mais complexas e aromáticas, quando comparadas às cervejas das outras famílias. Vale ressaltar que elas podem ser feitas a partir da cevada maltada, trigo, centeio ou outros cereais malteados.
Um fator característico que vale destacar é a presença do lúpulo (um conservante natural). Somente há quatro séculos este ingrediente passou a ser encontrado na composição de todos os exemplares das três famílias de cerveja. Antes do século XV, este objetivo era parcialmente alcançado graças a uma mistura de ervas e especiarias chamada Gruit.
Alguns Estilos de Cerveja da Família Ale
Com perfis tão amplos como os descritos acima, as ales subdividem-se em inúmeros estilos bastante diferentes entre si. Abaixo, vamos conhecer os mais encontrados e consumidos no mercado:
Altbier: Especialidade da cidade de Düsseldorf, na Alemanha, este estilo de cerveja possui coloração castanha, sabor de malte e presença marcante de lúpulo no aroma e sabor, além suaves notas frutais. “Alt” significa velho em alemão, por isso as cervejas Altbier são caracterizadas por sua maturação que dura até oito semanas. Exemplo: Bamberg Alt.
Brown Ale: Cervejas inglesas que utilizam maltes caramelizados em sua composição. Possuem notas suavemente carameladas, sabor ligeiramente adocicado, baixo amargor, sabor de lúpulo e coloração castanha (que varia do avermelhado ao marrom escuro). Exemplo: Newcastle Brown Ale.
India Pale Ale (IPA): Cerveja norte-americana que resgata a fórmula da antiga bebida inglesa criada para saciar as tropas britânicas em suas longas viagens para a Índia. Possuem forte presença de lúpulo (utilizado como conservante natural) e coloração que varia do amarelo dourado ao acobreado. Exemplo: Anderson Valley IPA.
Kölsch: Oriundo da região de Colônia, na Alemanha, a denominação está protegida por lei para 24 cervejeiras da área. Estas bebidas devem ser consumidas o mais rápido possível, pois são sensíveis e tendem a oxidar facilmente. Feitas com o melhor lúpulo alemão, elas são bem carbonadatas e possuem sabor frutado. Exemplo: Gaffel Kölsch.
Strong Scotch Ale: As cervejas deste estilo de coloração marrom claro a escuro, maltadas e possuem graduação alcoólica elevada, que varia de 7,0% a 11,0%. Apresentam pouca presença de lúpulo. Exemplo: Traquair House Ale.
Stout: Cervejas com coloração escura devido à presença de malte e, em alguns casos, cevada torrados. Exemplo: Murphy’s Irish Stout.
(((ainda tá aí lendo??? corra atrás da sua ale! teoria sem prática não é nada!!!)))
música para reflexão: "Slainthè Mhath", do Marillion.
Coprofagia (assim como a coprofilia, também conhecido como scat), copro em latim significa "fezes" e fagia "ingestão" sendo assim: prática de ingestão de fezes. Isto ocorre naturalmente em algumas espécies de animais, como cães, gatos, insetos e aves. Relata-se também tal prática em seres humanos, porém sob a categorização de patologia de ordem psíquica.
Então, PARABÉNS a você, que praticou seu direito à coprofagia nas urnas! Se você faz parte daqueles estados onde o analfabetismo e as condições de vida são piores que na África, parabéns em dobro!!!
Só não venha encher o saco com manifestações e indignaçãozinha, quando descobrir que sua bolsa-esmola não compra mais nada por causa da inflação, quando você ou seus entes queridos forem trucidados por criminosos que a polícia não tem mais condições nem motivação para prender, ou quando um "membro do partidão" pegar sua vaga no serviço público. Não venha com suas bandeiras e carinha pintadinha atrapalhar o trânsito, já caótico porque está entupido de carros financiados, ao invés de transporte público decente. A culpa de tudo é sua, e somente sua. Se bater arrependimento, mude-se para cuba, venezuela, bolívia...
para você, coprófago!
música para reflexão: "Take the power back", do Rage Against the Machine.