terça-feira, 8 de abril de 2014

METAL cats... and their owners...

Opa!
Estará o C'n'R lançando tendências??
Dia desses sapecamos AQUI uma matéria falando dos gatos numa visão mais...como direi...masculina. Nem entramos no mérito do lado heavy, marginal e espiritual desses bichos doidos.
Aí aparece um livro chamado “Metal Cats”, cheio de personalidades hardcore do Metal e seus bichanos de estimação. Feito pela fotógrafa Alexandra Crockett , traz artistas de bandas do naipe de Black Goat, Thrones, Isis, Lightning Swords of Death. Galera casca grossa, aquela com um estilo ooooooooaaaaarrrrrrrgggghhhhh (quem curte entendeu).
E continua engraçado o modo como o gato domina a cena. No velho estilo "o selfie é meu, não teu". Confira:
metal-cats-alexandra-crockett-11

metal-cats-alexandra-crockett-9
metal-cats-alexandra-crockett-3

metal-cats-alexandra-crockett-2

metal-cats-alexandra-crockett-1

metal-cats-alexandra-crockett-7

metal-cats-alexandra-crockett-8

metal-cats-alexandra-crockett-6

metal-cats-alexandra-crockett-10

metal-cats-alexandra-crockett-4

metal-cats-alexandra-crockett-5


música para reflexão: "Cool Cat", do Queen.

sábado, 29 de março de 2014

quem é especial ?

NÓS, do Metal!!!

Nós somos especiais, diferentes dos iguais! Não interessa quem ou como, sempre seremos!!! 

Keep awesome!






música para reflexão: "Heavy Metal Generation", do Iron Kobra

sábado, 22 de março de 2014

O amor e outras drogas . . . a estranha viagem de Arnaldo.

um rockeiro brasileiro com visual de rockeiro... coisa rara para a época
Era uma vez um jovem que recebeu dos deuses um talento extraordinário para compor e tocar vários instrumentos com maestria.
Dos deuses também veio o bom gosto, já que esse jovem era fã dos melhores estilos musicais, do blues ao progressivo. Em plena década de 60, em um brasil que conseguia ser pior do que é hoje, ele já injetava em suas composições acordes e levadas que apenas mestres do outro lado do oceano como Yes e Pink Floyd conseguiam converter em melodia. Isso tudo aliado a algo que (infelizmente) não podia faltar na época, uma coisa meio indefinida chamada "brasilidade".
Arnaldo Baptista sempre foi um extraterrestre. Veio de algum lugar do futuro para um país execrado cheio de músicos medíocres, estilos musicais pífios e personalidades enquadradas. 
Formou os "MUTANTES" com seu irmão Sérgio (também um brilhante músico) e uma linda e talentosa cantora e flautista chamada Rita Lee (que era uma encarnação anterior desta senhora que hoje compõe marchinhas para carnaval e dotada de uma verborragia anacrônica). E essa se tornou a banda mais reconhecida do país até os dias de hoje. 
Provavelmente você ouviu falar muuuuito pouco sobre eles. Mas eles trouxeram pra cá os primeiros acordes do Rock que se espalhou pelo mundo. Guitarras pulsantes, bateria forte e teclado psicodélico. Ainda hoje uma legião de fãs cultua os Mutantes mundo afora - incluindo grandes personalidades do mundo musical. O falecido Kurt Cobain apaixonou-se por Mutantes, Arnaldo e seus trabalhos posteriores (como Patrulha do Espaço e etc.). Tentou desesperadamente contato pessoal com ele quando esteve no brasil, sem sucesso.
Mas... no meio da brilhante estrada desse brilhante artista havia dois grandes vícios: o LSD, e o amor.
Arnaldo caiu de amores, e acabou casando com Rita. Foi um belo romance, cheio de excelentes criações, farto material para a imprensa e os porraloucas da época.
essa era a Rita pela qual Arnaldo se apaixonou... numa dimensão paralela...
O LSD trouxe grande parte da loucura criativa de Arnaldo, mas levou muito de sua destreza musical. Talvez seu caminho fosse se tornar um Syd Barrett brasileiro, quem sabe, não tivesse antes sido atropelado pela tragédia maior: o rompimento com Rita, seu primeiro, único e absoluto amor.
As minúcias da separação são obscuras. Ela nunca topou contar os motivos, nem ele. Mas a consequência foi a viagem de Arnaldo para outra dimensão, outro mundo, outro planeta. Fechou-se em um mundo silencioso de tristeza, amargura e viagens alucinógenas. Rita acabou internando Arnaldo em um hospício. Outras internações se seguiram, até que num certo dia de reveillon, ele se jogou da janela do sexto andar do hospital. 
Arnaldo não morreu. Pelo menos não mais do que já lhe tinha matado o coração estilhaçado.
Recuperou-se parcialmente. Sua mente maravilhosa continuou funcionando, mas dentro de um corpo encarquilhado, que se movia aos tropeços e falava com dificuldade.
Aos poucos foi sendo "trazido de volta" ao mundo "normal". Casou-se novamente, e sua esposa dedicou sua vida a cuidar e curar quem habitava aquela casca. Arnaldo ressurgiu. Voltou a tocar, compor, chegou a fazer shows, não exatamente superando, mas convivendo com suas limitações. O que nunca mudou nele foi sua imensa criatividade, sua genialidade, seu inconformismo com o mundo em que vivia, já que em sua cabeça havia um mundo tão melhor.
é, amigos...o tempo e a vida são cruéis...
Este artigo não exalta o Arnaldo "Rockeiro", embora sua veia pesada esteja lá o tempo todo. Basta ouvir seus álbuns, tanto com bandas quanto solos. Viemos aqui apenas relembrar um pouco do Arnaldo que carrega a essência do verdadeiro "conservado": o inconformismo, a criatividade, a coragem de ser quem você é, mesmo que o mundo à sua volta é que pareça estar em outra vibração.
A música "balada do louco" coloca as coisas com toda clareza. "Mais louco é quem me diz e não é feliz."
Este é o mundo em que vivemos. Loucura e normalidade são ditadas, impostas. Criatividade, genialidade e inconformismo só são aceitos se enquadrados nos conceitos da sociedade. Senão são tratados com tarja preta e relegados a um grande hospício chamado "mundo normal".
Tente assistir ao documentário "Loki: Arnaldo Baptista". É o "The Wall" brasileiro. Os menos "caretas" (na linguagem dele) vão se identificar, e se emocionar com os percalços na vida de um grande artista que virou vítima da maldição humana: drogas que não trazem respostas, amores que não são eternos, olhares e críticas que acabam lhe convencendo de que o errado é, e sempre será, o que se destaca, o que brilha.
A quem interessar possa, Arnaldo continua vivo e sua mente ativa. Vai relançar toda sua obra, além de um novo álbum onde fala um pouco do planeta em que vive: vegetarianismo, mundos exteriores, seres de luz, tudo também retratado em suas pinturas, num estilo que chama de "exorrealista". 

Uma longa e criativa vida ao Arnaldo e a todos os "insanos" que insistem em viver fora deste planetinha horrível, sem fazer mal a ninguém...

lembrança de quando fomos felizes...



música para reflexão: Toda a obra de Arnaldo Baptista.

quinta-feira, 20 de março de 2014

Exorcismo... aliás... Endorcismo !

A "KISS FM" é uma das melhores rádios de ROCK que já existiram no Brasil. Um orgulho da pátria Rockeira.

Agora ela nos traz uma lição de espiritualidade. Um guia prático de como tirar influências malignas das mentes atrofiadas. Confira!





\,,/

quinta-feira, 13 de março de 2014

Cliff... ainda insubstituível...

É incrível que já faz tanto tempo que estamos sem CLIFF BURTON!!!

No dia 27 de setembro de 1986, um trágico acidente de ônibus encerrava a carreira de um dos mais enigmáticos, carismáticos e talentosos músicos que o heavy metal conheceu. Clifford Lee Burton entrou para o Metallica no final de 1982 e sua curta jornada na banda rendeu alguns dos maiores clássicos da história do heavy metal. Coincidência ou não, os 3 discos gravados com Cliff são até hoje considerados a fase áurea da banda. Muito provavelmente o músico mais virtuoso e inventivo que já passou pelo quarteto da Bay Area, sua presença na banda e suas linhas de baixo únicas permitiram a construção de harmonias, riffs de guitarra e melodias que dificilmente poderiam ser imaginadas sem ele. Fã confesso de Lemmy Kilmister e de seu estilo de tocar, Cliff também era conhecido por ser um sujeito absolutamente eclético, capaz de apreciar coisas tão diversas quanto Motörhead, Bach e R.E.M. Sua imagem foi e sempre será sinônimo de heavy metal em sua essência mais pura. (por Ronaldo Costa)

Mais do que isso, Cliff era um conciliador, daqueles que se davam bem com todas as "gangues" e grupos (aquela época era um grupinho pra lá, outro pra cá...). Circulava pela galera do couro e tachas com seus jeans boca-de-sino rasgados e cabelão riponga. Porralouca, sorridente e espirituoso, era uma figura respeitadíssima, mas sem estrelismos nem afetações. Algo cada vez mais raro hoje em dia...

Não sei vocês, mas a vaga do baixo no Metallica sempre parece estar "provisoriamente" ocupada. Trujillo é um cara legal, toca direitinho, mas sempre me passa a impressão de que é de alguma banda de rap latina que está fazendo uma ponta. Just doesn't fit. Você vê Mr. Hetfield e Hammet - a química está lá (e olha que Kirk substituiu o famigerado Mustaine!). Mas fica só ali, com o baixista lá na outra ponta do palco fazendo aquelas caretas neandertalescas ou "caminhando" curvado como um orangotango.



A postura, o visual, o whiplash incessante e a total absorção de Cliff no que estava sendo tocado chamavam a atenção. Era uma peça não apenas importante, mas fundamental, da maior banda de Thrash Metal da história.

Faz falta...



música para reflexão: Qualquer uma da fase áurea do Metallica (fase áurea = Cliff Burton)




\,,/

quarta-feira, 5 de março de 2014

sábado, 22 de fevereiro de 2014

A sua hora TAMBÉM vai chegar . . .

tá lá mais um corpo estendido no chão...
A Matemática é implacável. Neste caso, a Estatística. Quase não percebemos seus movimentos quando ligamos a TV ou lemos as notícias, e lá está a cota diária de crimes. Crescendo assustadoramente mais do que qualquer outro fenômeno social que conhecemos.
Não dá pra saber como, nem quando. Mas você vai ser assaltado no trânsito, furtado numa calçada, agredido ou assassinado no processo. Vai ter dados da internet roubados, seu carro abalroado por um motoqueiro sem habilitação ou um motorista bêbado. Vai sofrer violência sexual, abuso moral e coação. Vai ter seus impostos desviados. Vai ter sua casa furtada, ou assaltada, onde você será refém. Vai sofrer um sequestro, vai ter seu carro ou outro bem roubado.
Não adianta o quanto se sinta seguro, ou tome medidas para sua segurança. Os muros altos, o condomínio fechado, a cerca elétrica e as câmeras. O vigia na rua, o alarme nas portas e janelas. Não vai adiantar a medalhinha de são Bento, a bíblia aberta no salmo 91, as fitinhas do senhor do bonfim, o crucifixo, o buda, o pentagrama, a triqueta, a oração de são Jorge, a bênção ou o passe.
E, se isso é uma certeza estatística, é maior certeza ainda aquela que decreta que algum ente querido seu vai passar por isso também. É uma questão de tempo, até as linhas do gráfico se cruzarem.

Por que tanta assertividade no pessimismo? Pura Ciência. 
the end
O crime cresce em proporções cavalarmente maiores do que a educação, o emprego, a segurança, o PIB, o progresso. E nós, os cidadãos antes chamados "de bem", somos cada vez mais impotentes e em menor número. 
Isso por uma série de fatores, principalmente dois: antes de mais nada, o crime compensa SIM! E não apenas o cometido pelos políticos e grandes criminosos de colarinho branco, mas o crimezinho no varejo. Compensa furtar, roubar, matar, usando de maior ou menor barbárie para isso. E não adianta mais usar clichês do tipo: "cadê a Polícia"... essa raça valente e muitíssimo mal reconhecida está nas ruas, fazendo o que dá pra fazer. Nem todos eles prestam, mas os que merecem o título de honestos saem de casa todo dia, com suas contas atrasadas pelo salário ridículo, para defender a SUA vida e o SEU patrimônio. Com seus equipamentos ultrapassados, com seus comandantes nomeados por partidos e poderes excusos, com seu salário de merda, e principalmente, com a cara e a coragem. Mas eles dificilmente vão poder evitar que o crime atinja seu círculo de conforto - porque não são onipresentes. Neste exato momento, em frente ao seu PC, note, celular, ou o que quer que seja, se alguém invadir seu escritório ou sua casa, com uma arma apontada para você, de que vai adiantar ligar para o 190 (considerando que você consiga)?
Lembre-se: estamos falando em proporções. Quantidade X qualidade. O exército russo da segunda guerra era um bando de maltrapilhos mal armados, mal treinados, morrendo de fome, frio e medo. Mas, para cada russo que os nazistas matavam, apareciam outros dois, e mais outro, e outro, até que venceram pela superioridade numérica. Um policial é fruto de muito tempo de treinamento e preparo. Um criminoso é fruto da primeira oportunidade. A quantidade vence. De goleada...
O que nos leva ao segundo dos dois fatores importantes: o crime não é fruto da superpopulação, mas cresce com ela. Um filho de uma mãe e um pai sem renda, ou miseráveis, tem uma chance "X" de conseguir seu próprio sustento de forma honesta. Já cinco filhos do mesmo casal dividem essa probabilidade. Multiplique então por 10 - número que não é raro nas famílias de baixa renda brasileiras. E então, vamos lá: você é o quinto de 8 filhos de uma mãe que ganha menos que uma miséria, e de um pai que ganha quase isso. Essa é uma hipótese até boa, já que as estatísticas mostram que, a essa altura, o pai já abandonou a mãe ou foi morto, o mesmo com o padrasto que virá depois dele. Você vai à escola, mas a fome, a falta de material escolar, o cansaço das noites mal dormidas em camas divididas com outras 3, 4 crianças, o stress das brigas em casa, tudo isso vai impossibilitar que você pelo menos entenda o que estão tentando te ensinar. Enquanto você pensa na geladeira vazia, a professora tenta lhe ensinar coisas indispensáveis como "o quadrado da hipotenusa é igual à soma do quadrado dos catetos". Você quer apenas jogar uma bola, de preferência de barriga cheia, depois tomar um banho e dormir numa cama limpa. Mas isso não vai acontecer, e você sabe.
No caminho para casa, você vê moleques da sua idade, com camisetas de times, bermudas e - armas. Eles fazem pequenos trabalhinhos para os "patrões" e conseguem sustentar a família. Não precisam ir à escola, não passam fome, e ninguém tem coragem de se meter com eles. 
Quando querem, fazem uma "correria": um assalto, um estupro, um sequestro. Por que não? É uma vida cheia de aventuras. Se os "hómi" prenderem, a idade ajuda. Vai pra uma casa onde velhos e novos conhecidos se encontram para planejarem novas "correrias" pra quando forem pra rua. E se morrer? Morreu, fazer o quê? Acabou a fome, a miséria, o sofrimento, simplesmente acabou essa tragédia que os ricos chamam de vida. O padre da igreja, o pastor do culto, o pai de santo do terreiro - ninguém coloca comida na sua barriga e na da sua família. Quem é que decide o que é "certo" ou "errado", então?
Seu filho vai para a escola e, no caminho, é abordado por "menores infratores". E em questão de segundos, ele é julgado e condenado à morte ali mesmo. Motivo? O celular que carrega, ou o tênis, ou quem sabe até a lancheira! Mas o "menor infrator" vai ser "apreendido", e "condenado" a passar um tempo convivendo com outros piores que ele, jogando bola, se drogando e brigando com os monitores. Cinco ótimas refeições diárias, acesso à internet, aulas de esportes, recreação e auxílio psicológico. É a lei. E quem criou a lei? Aquele político de terno chique e cabelo implantando e pintado que recebeu seu precioso voto, lembra?

Se existe solução? Não, não existe. E por que não?
Porque não existe remédio gostoso e leve que cure doença grave. O crime é um câncer em metástase, e nós fingimos combatê-lo com chazinho, reza,  e "melhoral infantil". Faça as contas...
Não é necessário mais aprofundamento. Nem é necessário falar que o "usuário", esse pobrezinho que é apenas um doente, é quem arma o crime. É o usuário quem paga a bala que vai ser disparada bem no meio dos seus olhos, quando você demorar a soltar a sua bolsa Louis Vuitton. Se você gosta de fumar unzinho, cheirar uminha, coisas do gênero, tenha isso em mente.  O "inocente baseadinho" que o "usuário" enrola está ajudando a manter mais crianças fora da escola - e nas mãos do tráfico. Embora não pareça, já que ele pega sua droga das mãos de um outro bonitinho com cara de inocente, na longa corrente "comercial" que começa com sangue e desprezo.
A esmola que você dá pro coitadinho no semáforo vai pras mãos do vendedor de crack. E quando a esmola não der, o "doente usuário" vai arrancar sua cabeça, se isso lhe render mais uma pedra. 

os bonitinhos da mamãe
Então... como fugir dessa Estatística?

Já lestes Dante? Mais precisamente o "Inferno"? Então, "abandone todas as suas esperanças"...
Porque, enquanto você perdeu seu tempo lendo este texto, mais alguns "menores infratores" foram fabricados, ou estão em processo de fabricação. Nenhum policial foi formado nesse tempo. Nenhum juíz. E Frank Castle só existe na ficção. De real sabemos que novas leis afrouxarão mais as punições, mais e mais direitos serão dados aos nossos algozes. 
Sabemos pelos jornais que as polícias estão sucateadas, seus membros desmotivados, sua fé no trabalho (grande motivador dos policiais honestos) está sendo bombardeada por uma justiça que coloca na rua em tempo recorde o lixo que eles levaram tempo, esforço e sangue para recolher. A polícia que deveria ser a de mais alta autoridade - a federal - diz ter as mãos amarradas por um governo que não quer ver seus amigos, colaboradores, filiados e etc. atrás das grades. E é essa polícia a responsável por punir os crimes que mais lesam o país, já que são cometidos pelos maiores e mais salafrários bandidos na pirâmide criminal.
Tudo isso enquanto nos agarramos à nossa "fé", erguemos o muro, reforçamos a tranca, pagamos o vigia, metemos o pau na polícia, e achamos lindo quando vemos uma menina de 14 anos, sem sustento nem companheiro, aparecendo grávida. Quais as chances desse lindo e inocente bebê escapar das estatísticas?


E as nossas, dos nossos entes queridos, do povo de bem ... quais são?










música para reflexão: "Violent Crime", do Disorder.