terça-feira, 19 de agosto de 2014

Retrato de uma mulher feliz...

Lá estava o que sobrou do defunto candidato à presidência do brazil. Entre políticos que ocultavam sua felicidade, aproveitadores e falsidades em geral, uma senhora, com todo jeito da maioria que elege os presidentes, cujo ridículo superou  a imbecilidade. O que não é fácil nos dias de hoje...
Sorrindo, pega seu sensacional smartphone (comprado com a esmola de alguma "bolsa", talvez?) e lasca um "selfie", tendo ao fundo o caixão com o farelo do morto, enfeitado por sua foto.
Certamente enfrentou horas de fila para isso. Certamente postou nas "redes sociais". Certamente ganhou muitas "curtidas". E, mais do que certamente, provou que a maioria dos seres humanos não está à altura de ter descido das árvores e dominado (?) a tecnologia.
Para nossa satisfação, outros utilizaram a mesma tecnologia para situar a cidadã feliz em outros eventos "felizes". Onde, tenham a certeza, se pudesse, lá estaria esse ser, seguido de tantos outros que fariam o mesmo - senão pior.

Parabéns, amantes do "selfie". Que façam com vocês o que ela fez com o finado.

"arrasada, dando meu último adeus ao... aquele cara que apareceu na tv. Quantas curtidas eu mereço?"











música para reflexão: "Die Motherfucker Die", do Dope.

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Meninas rabiscadas. . . wow!

Não, uma mulher não se torna mais bonita, atraente, sexy ou outra coisa qualquer por causa de uma tattoo.

O que acontece é uma manifestação - na pele - do que aquela menina tem por dentro. As tattoos que valem a pena são aquelas que já estavam impressas no corpo etéreo, na aura, no espírito, no ... que quer que vocês acreditem que seja a essência de um ser humano.
E essa é a diferença das meninas rabiscadas. Elas ousam ser diferentes. Elas abrem mão de ser brancas, negras, amarelas ou vermelhas - para se tornarem seres multicoloridos, ou no mínimo menos monocromáticos.
Quem fica pensando em "como vai ser essa tattoo quando eu ficar velha"... ou "o que vão dizer de mim"... ou o pior de tudo: "eu queria, mas meu namorado/marido/pai/companheira não gosta - essas são de outra espécie. Aquelas que a gente sempre vive aconselhando aqui a NÃO passarem nem perto do tatuador, porque vão acabar fazendo Merda (com esse M gigante)...
Não obstante... tão lindo quanto resolver decorar a tela mais linda que já foi feita -a pele feminina - é resolver NÃO fazer isso, simplesmente por se sentir melhor assim. Quem ousaria reclamar de Dita Von Teese, com sua pele perfeita sem nenhuma tinta - a não ser a famosíssima pinta falsa perto do olho esquerdo (sim, amigos, é uma tattoo), e nada mais?!?
Do outro lado da escala está a versão feminina do babaca bombado cheio de tattoos. Sabe aquela mistura de neandertal e go-go boy que vai no tatuador e pede pra "fazer qualquer coisa" porque acha que fica mó lindão na praia? Então, temos também a "mary-go-with-others" que um belo dia decide que tem que ter um desenhinho bonitinho - sem o menor sentido pra ela, ou no máximo pra agradar as "miguxas" ou o "boy". Se vocês pensaram em funkeiras (eca!), madrinhas de bateria (argh!) e congêneres... passaram bem perto.

A todas as outras, a cada menina que um dia decorou sua pele e que todo dia aprecia com prazer seu(s) desenho(s), nossa admiração... ou adoração, em alguns casos. Vocês são lindas. E, mais do que isso, ÚNICAS!

































música para reflexão: "Alien Shore"............ do (único) RUSH.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

ROCK sempre... inclusive nas propagandas...

É fácil ser criativo quando se fala de ROCK! Mas alguns publicitários conseguem elevar o nível:

Para promover um Festival alemão nas florestas de Northeim, tiveram que incomodar os bichinhos com a barulheira...
O pobre coelho se defende como pode...
...e o esquilo, furioso com a invasão do seu espaço!
Na Grécia, a estação "Galaxy FM" colocou os tipos mais nojentos da história em versões... digamos... palatáveis.
Senão vejamos o carniceiro Stalin versão Rockabilly...
E o merecido castigo a esse aí: uma cabeleira nada ariana!
Ao lado de Beethoven, esse busto ficaria bem em cima de qualquer grand piano...
...e até o maior produtor mundial de lixo comestível aderiu... visando o aumento do rebanho...





música para reflexão: "Propaganda", do Sepultura.


segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Seu pet tá combinando com o seu som ?

Dá uma checada aí, vê se você - aliás, seu cão - se encaixa na sacanagem que fizeram em algum site sem muito assunto.
Eu colocaria o Doberman nas 5 primeiras... Mas até que eles parecem com certas bandas dos estilos...





música para reflexão: "Wild Dogs", do The Rods.

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Nós. . . a "Geração X"



não tem grana, não tem como fazer... dá-se um jeito! Headbanger DIY
Chamam de "Geração X" quem teve a felicidade de nascer entre os anos 60 e 70. 
Filhos de um mundo em mutação constante e instabilidade ainda maior, nessa época o seu local de nascimento e situação financeira falavam muito mais alto do que hoje. Isso porque o mundo era dividido entre "primeiro" e "terceiro". Quem tinha a sorte de nascer lá, estava perto de tudo... quem tinha sido desprezado pela cegonha e largado aqui, só se nascesse num bercinho marromeno pra poder ter acesso a um pouco do que o Mundo (com M maiúsculo) produzia...
Especialmente nas áreas em que este modesto blog tornou-se especialista. Tudo o que gostamos, de um modo ou de outro veio "de fora". Somos filhos da pouca grana e da maldita "reserva de mercado" - uma estupidez que vigora até hoje - o ato de encarecer absurdamente um produto gringo com impostos, para forçar o brazuca a comprar o lixão que se produz por aqui.
Mas "aqui" não tinha nada. Ou melhor, tinha muita cópia vagabunda do que tinha "lá"... Basta pensar que naquela época só existia uma única gravadora tida como brasileira - a mesma que cultuou preciosidades como chacrinha, roberto carlos, mpb... e que, além de tudo, era gerida pela rede de TV que ainda domina o país até hoje............deuses nos livrem!

Mas a Geração X nasceu quando tudo de melhor estava nascendo. Crescemos para conhecer ícones do Rock que começaram nos 60. Sabbath, Purple, Heep, Genesis, Yes, Floyd... a lista é longa. Poucos tinham grana para comprar um vinil (caríssimo para o grosso da população). A solução era comprar uma boa e velha fita cassete (já ouviram falar?) e pedir àquele amigo que tinha pais ricos, ou parentes no exterior, ou até que juntava meses pra comprar um bolachão, pra gravar a preciosidade na "fita virgem" para você. Geralmente as músicas vinham cortadas no final, já que a fita tinha 2 lados e nunca batiam com o tempo do disco. Mas nenhuma mídia da mais hodierna modernidade vai conseguir igualar a sensação de meter aquela fitinha no "gravador" (os mais abastados poderiam ter um "tape deck") - e ser transportado a um mundo tão diferente do seu, do outro lado do planeta, de onde vinham sons que moldaram nossa personalidade e gosto.
Prazer...fita cassete. 
Vimos surgirem os grandes de hoje. Através dos "fanzines" - que nada mais eram que xerox de folhas escritas à mão ou datilografadas em modernas máquinas de escrever (é um tipo de computador que vai imprimindo enquanto você digita...), sabíamos o que os  privilegiados traziam de outros países. O que se ouvia lá fora, quem estava bombando, os shows que jamais poderíamos assistir. Logotipos de bandas desenhados à mão, fotos mais do que borradas, faziam a nossa alegria e nos davam assunto quando íamos pra casa de alguém ouvir pauleira.
Rock Brigade, pioneira na divulgação do Heavy Metal no brasil.
E foi assim que testemunhamos bandinhas de garagem crescendo ou desaparecendo. Priest, Metallica, Maiden, Anthrax, Slayer, o poderoso Motörhead... tudo estava em efervescência, e a gente se empanturrava com as migalhas que nos eram repassadas! Tivemos a sorte de conhecer as excelentes bandas que não conseguiram chegar lá. Por isso estamos entre os poucos que bateram a cabeça ao som de Manilla Road, Omen, Cirith Ungol, Sortilège, Angelwitch, Riot, The Rods... caralho, a lista é ainda maior. E quase tão preciosa quanto...
ajudamos a espalhar pelo mundo "bandinhas novas" como essa...

Fomos os primeiros headbangers deste país. Enchemos botecos minúsculos para ouvir o som que nossos amigos faziam com seus instrumentos e equipamentos precários, tentando criar nossa Brazilian Metal Scene. E conseguimos. Que o digam Sepultura, Angra, e outros medalhões que vimos surgir tocando para públicos de - com sorte - algumas dezenas de fanáticos...

A moral da história é - hoje se tem acesso a tudo, o tempo todo, da maneira que se quiser. Não é preciso muito dinheiro para se entrar no Mundo com M maiúsculo. Um trabalhador que ganha salário mínimo tem um celular, acessa a internet, baixa vídeos, músicas, assiste a shows.
Se uma banda ligar uma guitarra do outro lado do planeta, você pode ouvi-la imediatamente.
Claro que isso é bom.
Mas para nós, nada se compara à Geração X e sua luta pelo conhecimento global.
Hoje criam-se ídolos aos milhares. Vídeos ridículos, programas patéticos, álbuns desprezíveis, acabam parindo "celebridades" instantâneas como miojo, e feitas para durar bem menos.
Os grandes da nossa época ainda estão por aí. E mais - seu público nasceu muito tempo depois deles estarem no topo.
Quando se vai a um show de uma sumidade como Lemmy ou Ozzy, a massacrante maioria não é de contemporâneos, mas de fedelhos que cresceram ouvindo o som que seus pais curtiam. Ou avós. Ou - melhor ainda - apenas usaram seu feeling para constatar que esse é o som verdadeiro, não o lixo enlatado que se produz hoje em dia.
Segurando as primeiras latas de cerveja brasileiras, esse milagre da tecnologia, fomos aos primeiros shows internacionais em solo brazuca. Vimos um excelente Rock in Rio de 1985 virar o esgoto musical dos dias atuais. Mas também estivemos em shows memoráveis que jamais serão igualados pela parafernália moderna.
E é por isso que, quando se tem o privilégio de assistir um Motörhead ao vivo, entende-se um pouco do que "era". Palco simples, equipamento simples, som nas alturas. Sem frescura, sem efeitos especiais. O bom, velho e eterno ROCK pesado (como chamávamos... e ainda gostamos de chamar).

Quanto a vocês, que a mídia chama de Geração Y, não pensem que temos inveja. Sim, curtimos tudo o que a tecnologia e o avanço científico forem capazes de criar (videogames principalmente...).
Mas nossos corações sempre estarão décadas atrás, como as boas Harleys, as máquinas de tattoo, a calça que enchíamos de patches de bandas, ou a fita VHS que registrou o show inesquecível. Tudo novo, mas com um sabor do mundinho em que nascemos, vivemos, e aprendemos a ser o que somos hoje...

Com sorte, você estará daqui um tempo escrevendo algo parecido sobre "os saudosos anos 90, ou 2000", em algum dispositivo eletrônico inimaginável nos dias de hoje.

Com sorte... porque esse mundinho anda meio esquisito...


porque tudo que é bom jamais envelhece... 





música para reflexão: pede pro teu pai - se ele for rockeiro - te indicar uma.

sábado, 26 de julho de 2014

Bom é quando faz mal...


Mais uma das tantas pérolas presentes nas letras do MATANZA...

Ontem fui a mais um show da banda, e continuo crendo que esta é a única banda decente na linha que se pode chamar de Rock'n'Roll neste país que muito caga para os rockeiros. Não é perfeita, tem músicas chatinhas, mas leva o público pauleira à loucura, principalmente com as letras realisticamente escrachadas urradas por Jimmy, o urso ruivo que comanda o microfone.


Como dormi e acordei com a zoeira na cabeça, vim mostrar uma das minhas preferidas da banda. Fugindo um pouco do ritmo e levada mais característicos, é um Hard com tons de Johnny Cash (grande influência) que tem uma letra especialmente significativa - para quem se encaixa no perfil. 
Uma alusão meio faroeste mexicano, meio bad bikers. Realista e dura, mas com um tom que lembra a camaradagem - principalmente entre os motociclistas (não motoqueiros, não jaspeiros, não playboys - MOTOCICLISTAS), e o papo que rola quando se despede de um amigo que vai pegar a estrada. Com o devido toque realista/barra-pesada que, ao contrário das musiquinhas happyzinhas, fala mais da vida verdadeira do que de bobeiras de quem acha que a vida é feeeeesta.
A estrada boa, o vento a favor. Uma cerveja na mão e seu grande amor ao seu lado. 

Precisa mais?

Com letra, para você sacar bem a que me refiro. 


Ouça mais MATANZA. Enquanto eles continuarem fazendo boas músicas e shows acachapantes!

tipo isso...
poderia tatuar isso...







música para reflexão: (porra, não leu o texto?!?)

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Chegou o frio... beba cerveja !

"Se cerveja só serve pra refrescar, como é que as melhores vêm justamente dos países mais frios...?"

Pow! Na lata! (ou na garrafa, na pressão...your choice). Mais uma que os "cervejeiros de churrasco" vão odiar. 
Em alguns lugares deste estranho país, estamos em pleno inverno. Sim - frio, baixas temperaturas, friaca! E, mesmo que na maior parte do Brasil as temperaturas estejam escaldantes, a folhinha diz que é inverno. E muitos dos meus amigos que só tomam cerveja no estilo "trincando" ficam meio desanimados para encarar uma "geladésima" nesta estação.
É uma pena que a grande maioria deles não vá com a cara dela. A deliciosa cerveja  BOCK !!!
Produzida desde o século 14 pelos alemães (deus os abençoe!), essa cerveja encorpada, escura, forte e ricamente saborosa chegou aos nossos tempos com algumas variações, que só tornaram o gênero ainda mais interessante. 
Dizem que o nome BOCK pode ter vindo de uma corruptela de Einbeck, onde foi criado esse tipo de cerveja. Outros ainda acham que é a tradução literal da palavra alemã (bode), contando uma historinha sobre a cerveja só ser produzida nos meses do signo de Capricórnio... whatsoever, tudo isso só serve para deixar a criança mais atraente - e os rótulos mais artísticos e criativos.
O fato é que hoje em dia temos a BOCK TRADICIONAL, que é mais leve e adocicada, com pouca adição de lúpulo e uma coloração menos escura (do cobreado ao marrom claro). Aroma maltado, tostado, pouco alcoólico (o teor fica entre 6 a 7,5%). Mas muito equilibrada, nem amarga nem doce demais. Algumas marcas podem levar Dunkel no nome, o que já é um indicativo de uma cerveja balanceada e que agrada a quase todos os (bons) gostos.
HELLES ou MAIBOCK já leva o conceito lager um pouco além. Aparentemente surgiu para tentar tornar o estilo, digamos, mais refrescante, para aquelas estações mais quentes da Europa. Como diz o nome, é clara (vai de dourada clara a âmbar), mais marcada pela presença de lúpulo, o que dá um gostinho mais amargo, mas apenas ligeiramente, já que o sabor do malte é bem presente. Com graduação alcoólica semelhante à tradicional, o carbono é mais pronunciado, e a consequência é um sabor mais "picante", se preferirem. Algumas marcas, sinceramente, não parecem ser mais do que uma lager normal, o que confunde um pouco os menos atentos.
DOPPELBOCK é a parte sagrada da família. Historicamente criadas por monges (e quem mais?), as doppel são o verdadeiro "pão líquido" - por isso eram bebidas por aqueles dedicados e santos homens nas épocas de "jejum" (o jejum deles diz respeito a alimentos "sólidos"... tá de sacanagem? Ficar só enchendo a fuça de cerva é algum tipo de penitência?). Bom... enfim... essa maravilha já eleva o grau de alegria para até 12%, e sua coloração é mais ampla: pode ir do dourado escuro até aquele marrom avermelhado incrível. De cara, você nota que a espuma é bem mais consistente e cremosa. O aroma é frutado, às vezes até achocolatado. Já o gosto é mais alcoólico, e o lúpulo é pouco notado - o malte tem um tom levemente tostado, o que dá um aftertaste bem característico. Devido ao seu nascimento "santo", ela foi batizada de "Salvator" quando surgiu - mas esse nome acabou virando propriedade da cervejaria Paulaner. Assim, muitas doppel modernas são batizadas com algum nome que termine por "tor", pra familiarizar. Alguns exemplos são a Optimator, Celebrator, Bajuvator... aí fica mais difícil errar na hora de escolher.
Então temos a EISBOCK, e um paradoxo interessante. Para se produzir essa cerveja perfeita para se tomar no inverno, os mestres simplesmente pegam a doppel, congelam (daí o Eis = gelo), e removem essa camada de gelo, que carrega consigo grande parte da água da cerveja. O que sobra é um líquido muito mais concentrado, forte, e de espuma fina. Pode conter tons frutados, achocolatados, mas sempre sobra um sabor encorpado, um leve adocicado que se mistura ao álcool - o equilíbrio perfeito entre suave e forte. Característica da região alemã de Kulmbach, essa jóia pode passar dos 13% de graduação alcoólica... ou seja, bonita, gostosa, cheirosa - mas bate como força!
Bem, embora existam muitas "variantes das variantes" (já que os cervejeiros adoram fazer experiências), o básico sobre as BOCKS está (bastante) resumido aí. Não são cervejas "comuns", não servem para acompanhar aquela batata frita sebosa, ou aquela porção de algum prato típico sei-lá-de-onde. Os "entendidos"(?) vão dizer que elas harmonizam com esse tipo de carne, aquele tipo de massa - e até doces! Particularmente, acho que a experiência de beber uma BOCK é como saborear um bom expresso, ou um destilado fino: devagar, curtindo desde o aroma até o barulho da espuma, gole a gole. Logo se percebe que é bem difícil "encher a cara" com esse tipo de bebida - ela alimenta, satisfaz, é verdadeiramente uma refeição por si só.
O que fica depois é um aftertaste delicioso, que você não quer mais tirar da boca. JAMAIS deve ser servida na mesma temperatura de uma Pilsen e, dependendo do clima, pode perfeitamente ir para a caldereta na temperatura ambiente. É uma bebida para o inverno, mas que - como tudo que é muito bom - vai bem em qualquer estação!
PROSIT!






música para reflexão: "Black Bock", do Melvins.